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Ética da Igreja

Introdução

Ética é a ciência que estuda os deveres do homem. A palavra-chave de ética é DEVER – o que devo fazer – o que não devo fazer. Ética tem como princípio que o homem é livre e responsável. Ele é livre para escolher o bem ou o mal. A noção do bem e do mal parece ser o alvo de toda reflexão ética.
Para que a ética cristã seja genuína, sua ênfase deve ser cristocêntrica e a sua autoridade deve ser a Palavra de Deus. Ética é prática do Evangelho no dia-a-dia.

Vendo a grande necessidade na Igreja de Deus no Brasil, apresentamos aqui os conceitos básicos da ética na igreja, centrada em Jesus Cristo e na Palavra de Deus.

PRINCÍPIOS ÉTICOS DA IGREJA DE DEUS NO BRASIL

ASPECTOS GERAIS
  1. Não aprovamos a pena de morte.
  2. Não aprovamos a eutanásia.
  3. Não aprovamos o aborto.
  4. Não aprovamos o homossexualismo.
  5. Não aprovamos a prostituição, fornicação e adultério.
  6. Não aprovamos o uso de entorpecentes.
  7. Não cedemos o púlpito para fazer política. Nosso papel como igreja é orar pelo governo e autoridades. (Mt 21.13)
  8. Não concordamos com nenhum vicio entre irmãos (bebidas, cigarros, glutonaria ou outros vícios que venham a ser praticados no corpo como fora do corpo) Gl 5.17,21; Ap 22.15; Rm 1.18,27.
  9. Não aprovamos que membros da igreja participem em jogos de azar: como loteria, bingos, rifas e outros afins.
  10. Não aprovamos a inclinação exagerada por bens matérias. 1 Tm 6.9,10; 17-19; Cl 3:5b.

ÉTICA PASTORAL
Textos bíblicos: (Jeremias 23.1-4; Atos 20.28; 1 Coríntios 9.15-19).

Conduta pessoal
  1. Esforçar-me-ei para viver em paz com todos e buscarei a santificação (Hb 12.14).
  2. Terei uma vida devocional, lendo, meditando e orando diariamente em qualquer circunstância.
  3. Esforçar-me-ei para conservar-me física e emocionalmente em condições para a obra que me foi confiada.
  4. Lutarei para progredir intelectual e espiritualmente através de leitura e estudos cuidadosos.
  5. Serei justo para com minha família e farei o possível para lhe dar tempo e a consideração que merece.
  6. Viverei dentro dos limites do meu salário e serei pontual no pagamento de minhas dívidas, caso as fizer.
  7. Serei honesto e transparente em qualquer transação financeira.
  8. Não terei amor desordenado ao dinheiro, nem permitirei que o fator financeiro seja decisivo na aceitação de um novo pastorado.
  9. Não lerei qualquer leitura obscena, nem permitirei sua entrada em meu lar.
  10. Não assistirei a programas de televisão e Internet inadequados moralmente
  11. Não forçarei a minha entrada no pastorado com fins interesseiros.
  12. Não vacilarei na fé por causa de mau comportamento de crentes, particularmente lideres. Minha confiança estará continuamente firmada em Jesus e Ele sempre será meu supremo exemplo.
  13. Serei um exemplo em minhas conversas e atitudes.
  14. Sob circunstância alguma, violarei segredos que me forem confiados no aconselhamento pastoral.
  15. Não terei comportamento dúbio no relacionamento ao sexo oposto.
  16. Vestir-me-ei decentemente como a função pastoral me exige.
  17. Terei respeito com a Palavra de Deus e não a usarei para ilustrações dúbias.
  18. Serei exemplar nos meus dízimos e ofertas.
  19. Serei fiel em enviar o dízimo da igreja que ministro, sob qualquer circunstância.

Conduta em relação à igreja local (João 21.15-17)
  1. Usarei conscientemente o tempo no meu pastorado.
  2. Lutarei para entregar regularmente mensagens inspiradas que representem o melhor de meus esforços.
  3. Pregarei baseado nas Sagradas Escrituras e sempre usarei passagens claras como base do sermão no seu contexto nem usarei ilustrações duvidosas, nem sensacionalismo (Dt 29.29).
  4. Exortarei sempre com amor e compreensão.
  5. Procurarei desenvolver a minha igreja com profundo zelo evangelístico; não obstante, manterei espírito cristão para com as pessoas de outras denominações cristãs.
  6. Cultivarei a cortesia e o amor cristão no lar, na igreja e na sociedade, jamais me deixando influenciar por preconceitos.
  7. Serei transigente em meus pontos de vista (a não ser que esteja em jogo alguma questão fundamental de doutrina).
  8. Respeitarei todos os lares em que entrar.
  9. Serei imparcial no meu pastorado, quer em casos de problemas, quer na atenção para com os membros de minha igreja.
  10. Evitarei qualquer identificação com partidos políticos publicamente.
  11. Não deixarei meu pastorado sem prévio conhecimento da igreja local e Diretoria Nacional.
  12. Não exigirei direito trabalhista por tempo de serviço, nem levarei a Igreja à justiça pública (1 Co 6.1-8), pois não trabalho para homens, mas para Deus. Entretanto, deverá haver respeito, amor e cuidado por parte da igreja em relação ao pastor(a) e sua família.
  13. Não me ausentarei do campo sem antes notificar à liderança da igreja.
  14. Não assumirei compromissos financeiros em nome da igreja sem sua autorização.
  15. Sob hipótese alguma, usarei dinheiro da igreja para fins pessoais, sem a autorização da mesma, ainda que seja com o intuito de repô-lo brevemente.

Conduta com relação aos colegas (Romanos 12.10)
  1. Não criticarei meus colegas sem amor, sem necessidade e sem conhecimento, inclusive o meu predecessor ou sucessor.
  2. Evitarei freqüentes visitas e correspondência no campo de trabalho ou igreja de onde fui pastor.
  3. Não subestimarei colegas que tenham feito curso abreviado de teologia ou mesmo nenhum curso.
  4. Não subestimarei colegas em função de sua condição social ou cultural.
  5. Terei sempre atitude respeitosa para com colegas de ministério, jovens e idosos.
  6. Revelarei espírito cristão a predecessores aposentados que permaneçam em suas antigas igrejas.
  7. Ao discordar de meus colegas, fá-lo-ei com elegância e amor cristão.
  8. Cooperarei com meus colegas na medida do possível.
  9. Não farei proselitismo de membros da igreja dos meus colegas.
  10. Não me intrometerei em assuntos da igreja dos meus colegas, a não ser, quando convidado ou indicado por um comitê superior.
  11. Não aprovarei a aceitação de membros afastados por disciplina de outras igrejas, salvo quando for impossível a prévia reabilitação dos mesmos e o consentimento do pastor de sua igreja-mãe.
  12. Não considerarei nenhum convite para pastorear uma igreja cujo pastor ainda se encontre à frente da mesma, salvo se acompanhado do expresso apoio do referido pastor.
  13. Não aceitarei convites de membros da igreja do colega para os visitar a fim de orar, para realizar casamentos, ou dirigir cerimônias fúnebres, entre outros, ou de membros de sua igreja em minha igreja, sem sua aprovação, a não ser em caso de emergência.
  14. Não pregarei na igreja do meu colega em sua ausência sem ser por ele convidado ou sem sua aprovação.
  15. Terei a maior prontidão em prover o pagamento de despesas de qualquer colega que for convidado por mim ou por minha igreja para prestar a sua colaboração, bem como serei cuidadoso em recompensá-lo generosamente, segundo as possibilidades da minha igreja.
  16. Declaro que me mostrarei pronto a receber conselho e repreensão, seja dos meus colegas de ministério, Diretoria Nacional ou de irmãos não ministros (qualificados, de boa conduta espiritual e moral, que sejam um exemplo nas suas igrejas) toda vez que minha conduta for julgada repreensível.
  17. Não divulgarei qualquer notícia desabonadora a meu colega sem estar absolutamente certo da sua veracidade, mesmo que a notícia seja verdadeira e não a divulgarei como mexerico 1 Tm 5.19
  18. Não terei inveja do ministério frutífero do meu colega; antes, orarei para que Deus continue a abençoá-lo.
  19. Orarei pelo bom êxito do meu trabalho e o de meus colegas.

Conduta com relação à Obra Nacional
  1. Serei leal apoiador dos programas da Assembléia Geral e da Diretoria Nacional, particularmente do plano cooperativo.
  2. Serei cuidadoso no tocante à consagração formal de novos obreiros, recusando-me a participar de qualquer concílio que não se cingir, às exigências bíblicas e ao bem-estar da Obra Nacional.
  3. Não recomendarei a qualquer campo, igreja ou seminário, um obreiro ou membro, de cuja idoneidade eu não esteja convencido.
  4. Serei fiel porta-voz das doutrinas bíblicas da Igreja de Deus no Brasil.
  5. Serei leal no enviar o dízimo da igreja local no afã de fortalecer a obra nacional.
  6. Cooperarei da melhor maneira possível, pela Igreja de Deus no Brasil.
  7. Não comprometerei a minha lealdade à Igreja de Deus no Brasil envolvendo-me com outros movimentos religiosos e modismos e não trarei para o seio da irmandade, imitações de outros ministérios, sem antes ter a aprovação da Obra Nacional ou Encontro Teológico de Pastores e Obreiros (ETPO).
  8. Não censurarei, sem base, qualquer departamento da Igreja de Deus no Brasil.
  9. Não tomarei a liberdade de falar e tomar decisões em nome da Obra Nacional sem ter recebido a incumbência oficial da mesma para fazê-lo.
  10. Participarei fielmente, dentro do possível, dos programas nacionais organizados pela Igreja de Deus no Brasil.
  11. Incentivarei minha igreja a cooperar com os programas e planos nacionais.
  12. Ignorarei ofensas pessoais e darei prioridade aos interesses da causa da igreja de Deus no Brasil.



ÉTICA DOS MEMBROS DAS IGREJAS DE DEUS NO BRASIL

Textos bíblicos: (Rm 13.13; Hb 10.25; 1 Ts 4.7-8).

Ética pessoal

1.Evitar participação de prazeres mundanos e divertimento cujo ambiente não seja conveniente. (Salmos 1)
2.Ter uma vida devocional diária.
3.Ser justo para com sua família.
4.Lutar com honestidade em qualquer transação financeira.
5.Não ter amor desordenado ao dinheiro, nem permitir que ele ocupe o primeiro lugar na sua vida (1 Tm 6.6-10).
6.Não ler qualquer literatura obscena nem assistir programas televisivos ou sites imorais que denigrem a família e a vida pessoal.
7.Não vacilar na fé por causa de mau comportamento de crentes, particularmente líderes. A confiança estará continuamente firmada em Jesus, que sempre será o exemplo supremo.
8.Ser um exemplo em suas conversas e atitudes.
9.Sob circunstância alguma, violar segredos que lhe forem confiados.
10.Não dar margem a falatórios, no relacionamento com o sexo oposto.
11.Vestir-se decentemente.
12.Ter respeito com a Palavra de Deus e não usar a mesma para ilustrações dúbias.
13.Ser exemplar nos seus dízimos e ofertas.
14.Se cometer um pecado ou ofensa, aceitar a disciplina do pastor e seu conselho local.
15.Não participar de jogos de azar ou apostas lotéricas, nem consultar videntes, curandeiros, horóscopos ou afins (Dt 18.9-14).

Com Relação ao seu Pastor

(1 Coríntios 9.14; Hebreus 13.7,17).

1.Apoiar responsavelmente a família pastoral nas suas necessidades financeiras, sociais e espirituais.
2.Não falar mal do seu pastor, antes, ter um diálogo aberto com o mesmo.
3.Não subestimar pastores que tenham feito curso abreviado de teologia ou mesmo nenhum curso.
4.Não subestimar pastores em função de sua condição social e cultural.
5.Ter sempre atitude respeitosa para com os pastores.
6.Ao discordar do pastor ou de sua esposa, tratar a questão com amor cristão.
7.Cooperar com a família pastoral na medida do possível.
8.Não fazer divisões e facções entre os membros da Igreja colocando-os contra seus pastores.
9.Mostrar-se pronto a receber conselho e repreensão do seu pastor ou conselheiro toda vez que sua conduta for julgada repreensível.
10.Não divulgar qualquer notícia desabonadora do seu pastor ou esposa, mesmo que seja verdadeira.

Para com os Irmãos de sua igreja

(Romanos 13.8)

1.Ter atitude respeitosa para com todas as pessoas, agindo com amor para com os outros membros.
2.Não formar grupinhos dentro da igreja, que possam resultar em divisões.
3.Dispor-se a auxiliar, dentro do possível, em necessidades especificas (doenças, necessidades financeiras, espirituais e conflitos) aos membros da sua Igreja.
4.Não criticar seus irmãos na fé sem amor, sem necessidade e sem conhecimento.
5.Não subestimar irmãos em função de sua condição social, cultural ou situação econômica desfavorável.
6.Ao discordar de irmãos, fazê-lo com elegância e amor cristão.
7.Não fazer proselitismo entre membros das igrejas.
8.Não se intrometer em assuntos particulares de irmãos da igreja sem ser solicitado e autorizado, recusando-se a participar de fofocas.
9.Não passar adiante qualquer notícia desabonadora a respeito de irmãos, sem estar absolutamente certo da sua veracidade, mesmo que a notícia seja verdadeira (Mt 18.15-20)
10. Não levar seu irmão à justiça para acertar divergências, a não ser que todos os recursos eclesiásticos estejam esgotados (1 Co. 6.1-8; Mt. 18.15-17)

Para com a obra nacional

1. Ser fiel porta-voz das doutrinas bíblicas da Igreja de Deus no Brasil.
2. Cooperar da melhor maneira possível com a Igreja de Deus no Brasil.
3. Ser leal apoiador dos projetos e alvos da Assembléia Geral e Diretoria Nacional.
4. Não comprometer a sua lealdade à Igreja de Deus indevidamente com outros movimentos religiosos.
5. Não censurar, sem base, programas, alvos, metas e departamentos da Igreja de Deus no Brasil.
6. Participar ativamente dos eventos nacionais organizados pela Igreja de Deus no Brasil, sempre que for possível.
7. Levar um espírito alegre, otimista, fraterno para os eventos nacionais.
8. Pôr sempre em primeiro lugar os interesses da causa da Igreja de Deus no Brasil.

Para com a igreja e programas da igreja

(Hebreus 10.25)

1. Apoiar e participar dos programas da igreja local.
2. Não participar de programas em outras comunidades sem a devida comunicação ao seu pastor local.
3. Evitar a comparação de sua igreja com outros movimentos.
4. Os membros das igrejas devem ter respeito e reverência nos cultos locais e nacionais.
5. A Igreja não deverá reunir-se para uma reunião de planejamento e negócios sem seu pastor, pois ele é o moderador de todas as reuniões da mesma. Porém, na sua ausência ou a seu pedido, um outro membro do Conselho Diretivo pode ser escolhido para preencher o lugar.
6. Se escrever algum livro, livreto ou material didático, deverá passar por uma possível avaliação e uma liberação pelo Comitê de Publicações da Igreja de Deus no Brasil.

Em relação às autoridades e à pátria

(Romanos 13.1-7).

1. Respeitar as autoridades municipais, estaduais e federais, como instituídas por Deus, e orar por elas.
2. Nos eventos cívicos, deverá ser entoado o Hino Nacional e, quando possível, com o hasteamento da bandeira, obedecendo às regras correspondentes.
3. Será proibido o uso da bandeira nacional nas festividades cívicas e programas nacionais (Decreto de lei 4.545 de 31 de julho de 1942) como segue:
a) Em mau estado de conservação.
b) Como ornamentação ou diversões.
c) Como revestimento de tribuna.
d) Como coberturas de placas, painéis ou retratos que se inaugurem.
e) Como guarnição de mesas.

ÉTICA DOS CONSELHOS E DEPARTAMENTOS LOCAIS

Texto bíblico: Jeremías 3.15

Com relação ao pastor

1. O Conselho Diretivo e departamentos têm a responsabilidade de apoiar e reconhecer o pastor.
2. O Conselho e departamentos não devem falar mal do seu pastor, antes devem ter um diálogo aberto com o mesmo.
3. Não subestimar pastores que tenham feito curso abreviado de teologia ou mesmo nenhum curso.
4. Não subestimar pastores em função de sua condição social e cultural.
5. Ao discordar do pastor, fazê-lo com amor cristão.
6. Cooperar com seu pastor no andamento da igreja.
7. Mostrar-se pronto a receber conselho do seu pastor com relação ao andamento dos departamentos.
8. Não divulgar qualquer notícia desabonadora do seu pastor e de sua família.

Com relação à igreja

1. Apresentar relatórios regulares dos trabalhos efetuados.
2. Consultar a igreja em relação a qualquer projeto a ser feito.
3. O Conselho e os departamentos deverão ser transparentes nos seus atos.

Com relação à Diretoria Nacional

1. Reconhecer e cooperar da melhor maneira possível com a Diretoria da Igreja de Deus no Brasil.
2. Ser leal apoiador dos projetos e alvos da Diretoria Nacional.
3. Não censurar, sem base, programas, alvos ou metas da Diretoria Nacional da Igreja de Deus no Brasil.

ÉTICA DOS DIÁCONOS, PRESBÍTEROS E OBREIROS

Textos bíblicos: 1 Timóteo 3; 1 Timóteo 5.17-25; Tito 1.5-9.

Conduta pessoal

1. Ter vida devocional, lendo, meditando e orando diariamente em qualquer circunstância.
2. Esforçar-se para conservar-se física, espiritual e emocionalmente em condições para a tarefa que lhe foi confiada.
3. Ser justo para com a sua família e fazer o possível para lhe dar tempo e a consideração que merece.
4. Lutar para progredir intelectual e espiritualmente através de leitura e estudos cuidadosos.
5. Ser honesto e transparente em qualquer transação financeira. Não ter amor desordenado ao dinheiro, nem permitir que o fator financeiro seja decisivo na aceitação de um novo cargo.
6. Não ler qualquer literatura obscena, nem permitir entrada em seu lar.
7. Não vacilar na fé por causa do mau comportamento de crentes; sua confiança estará continuamente firmada em Jesus e sempre será seu exemplo supremo.
8. Ser um exemplo em suas conversas e atitudes.
9. Sob circunstância alguma, violar segredos que lhe forem confiados.
10. Não ter comportamento dúbio no relacionamento com o sexo oposto.
11. Vestir-se adequadamente de acordo com a função que ocupa.
12. Ter respeito à Palavra de Deus.
13. Ser exemplar nos seus dízimos e ofertas.

Conduta com relação à igreja local

1. Cultivar a cortesia e o amor cristão no lar, na igreja e na sociedade, jamais se deixando influenciar por preconceitos.
2. Não ser intransigente em seus pontos de vista.
3. Respeitar todas as casas que entrar.
4. Não assumir compromissos financeiros pela Igreja sem autorização da mesma.
5. Sob hipótese alguma, usar o dinheiro da Igreja para fins pessoais, sem a autorização da mesma, ainda que seja com intuito de efetuar a reposição em curto prazo.

Conduta com relação à Obra Nacional

1. Ser fiel porta-voz das doutrinas bíblicas da Igreja de Deus no Brasil.
2. Cooperar da melhor maneira possível, em prol da Igreja de Deus no Brasil.
3. Ser leal apoiador de projetos e alvos da Diretoria Nacional e da Assembléia Geral.
4. Não comprometer a sua lealdade à Igreja de Deus indevidamente com outros movimentos religiosos.
5. Não censurar, sem base, departamentos da Igreja de Deus no Brasil.
6. Participar ativamente dos eventos nacionais organizados pela Igreja de Deus no Brasil, dentro do possível.
7. Ignorar ofensas pessoais e pôr sempre em primeiro lugar os interesses da causa da Igreja de Deus no Brasil.

ÉTICA DOS SEMINARISTAS E PROFESSORES
Seminaristas

(Josué 1.5-9; 2 Timóteo 2.15; 2 Timóteo 3.14).

1. A conduta dos seminaristas deve ser segundo o “Manual de Orientação do Estudante”.
2. Os seminaristas não devem promover rebeldia contra os professores e doutrinas da Igreja de Deus no Brasil.
3. Os seminaristas deverão respeitar os professores como oficiais da Instituição e ministros de Deus.

Professores

1. Não passar sentimentos negativos da Obra Nacional aos alunos.

2. Não levar os seminaristas a um espírito de crítica, em relação à Obra Nacional, ou de pastores, professores e líderes, dando-lhes oportunidades de desenvolver o senso crítico.
3. Os professores deverão tratar os seminaristas com respeito e dignidade.

ÉTICA DA DIRETORIA NACIONAL
Com relação aos pastores

1. Tratar os colegas pastores com respeito, escutando seus sentimentos.
2. Não subestimar colegas que tenham feito curso abreviado de teologia ou mesmo nenhum curso.
3. Não subestimar colegas em função de sua condição social ou cultural.
4. Cooperar com os colegas na medida do possível.
5. Não aprovar a aceitação de pastores que venham de outras denominações, sem um currículo e uma carta de recomendação. Estes terão que passar por uma avaliação teológica e adaptação às diretrizes da Igreja de Deus no Brasil, para posterior aprovação pela Assembléia Geral. Deverão ser acompanhados pela Diretoria ou um pastor indicado pela mesma. Os mesmos critérios se aplicam aos formandos provenientes de outros Seminários, além da necessidade de um ano de estágio.
6. Em relação aos ministros jovens, devem ser visitados e acompanhados em seu ministério.
7. Orar pelo bom êxito do seu trabalho, bem como dos seus colegas.

Com relação às igrejas locais

1. A Diretoria Nacional deverá ser ouvidor imparcial, quando for convocada por igrejas locais ou pastores e tentará conciliar as partes para que cheguem a um consenso cristão.
2. A Diretoria Nacional deverá ser consultada quanto à troca de pastores. Ela tem poder de ratificar ou vetar a posse do pastor. Além disso, a posse só poderá ser realizada por meio de dois representantes da mesma, mediante a assinatura do Termo de Compromisso (casal pastoral, três representantes da igreja e dois representantes [não necessariamente membros] da Diretoria Nacional).

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